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Senta que lá vem história: a importância das histórias para o imaginário infantil

Contar histórias é uma das mais antigas artes. Mais que uma linguagem prazerosa e educativa, as ações de contar e de ouvir histórias possibilitam o resgate da memória cultural e afetiva; especialmente para as crianças

Histórias infantis são ferramentas importantes na formação da identidade e dos valores de toda criança, pois ajudam a desenvolver o imaginário, as capacidades cognitivas e a inteligência emocional dos pequenos. Na Santi, valorizamos que os pequenos passem por essas experiências, como parte de seus processos de desenvolvimento cognitivo, literário e emocional. Por isso, acreditamos que o contato com experiências artísticas deve ocorrer desde cedo.

O ato de contar uma história, além de atividade lúdica, ajuda a criança a organizar sua fala, por meio da coerência e da construção da narrativa. Afinal, o ver, sentir e ouvir são as primeiras disposições na memória do ser humano. 

Além disso, as pessoas que leem mais, em geral, costumam ser mais empáticas e compreensivas, já que o contato com as histórias permite conhecer realidades diferentes e isso leva a perceber que existem diversas possibilidades para viver, pensar e sentir. A leitura incentiva a todos, mas principalmente os pequenos, a acenderem a imaginação e despertarem a capacidade de sonhar, inventar ou criar.

“O contato com a fantasia é parte essencial do desenvolvimento infantil. Ouvindo histórias, as crianças ganham repertório para construir esse imaginário”, nos contou o Marcos Panontin, responsável pela biblioteca da Santi.

“Quando [as crianças] recontam, à sua maneira, essas narrativas, é muito comum que se coloquem no lugar das personagens, vivendo a história de um outro ponto de vista”, continua Marcos. “Outras vezes elas recontam alterando elementos da narrativa ao seu desejo, seguindo a máxima que diz que ‘quem conta um conto aumenta um ponto’.”

Em meio a tantos benefícios, é impossível não pensar em como desenvolver o hábito da leitura nas crianças, também, em casa. As famílias, podem, por exemplo: criar um cantinho gostoso para essas experiências e fazer da contação um ritual que acontece antes da família ir dormir. É bacana que essa seja uma experiência familiar, que os adultos brinquem juntos, valorizando essa situação e dando modelos para os pequenos criarem as suas próprias experiências. 

Confira abaixo a contação de histórias feita pelo Marco Panontin do livro Abrapracabra! 

Boas histórias a todos!

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