Dia da Mulher: as autoras que todo mundo deveria conhecer!

No dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher, criado para simbolizar a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. Infelizmente, ainda há um longo caminho para que possamos finalmente chegar em uma realidade em que as mulheres e os homens sejam respeitados da mesma forma. Uma maneira de lutar por essa mudança é dar voz e visibilidade para artistas, autoras, mulheres em geral que contem suas histórias e lutem por um espaço de destaque. Pensando nisso, viemos trazer dicas de autoras para ler e se encantar!

Elena Favilli
Elena Favilli é autora de best-sellers, palestrante, empreendedora e líder feminista liberal. É autora dos livros “Histórias de ninar para garotas rebeldes” 1 e 2, que trazem inúmeras histórias sobre a biografia e os fatos mais interessantes de mulheres que marcaram o planeta e suas gerações. Em Histórias de ninar para garotas rebeldes, tudo o que podemos sentir é esperança e entusiasmo pelo mundo que estamos construindo; um mundo onde gênero não defina quão alto você pode sonhar nem quão longe você pode ir. Entre os livros para ensinar crianças, esse é essencial!

Nádia Fink
Nadia Fink é uma jornalista e escritora argentina, dedicada à literatura infantil. Em parceria com Pitu Saá, ilustradora também argentina, criou a Coleção Antiprincesas, em que apresenta três grandes artistas latino-americanas: a pintora mexicana Frida Kahlo, a cantora e compositora chilena Violeta Parra e a escritora brasileira Clarice Lispector. Recheados de informações sobre a vida e a obra dessas artistas, os livros da coleção têm caráter biográfico e inspiram meninos e meninas a buscarem seus sonhos e não terem medo de serem quem são. Entre os livros para ensinar crianças, esse também ensina sobre arte!

Pri Ferrari
Priscila Ferrari é uma autora e ilustradora brasileira, com dois livros já publicados: o Coisa de Menina e Coisa de Menino, que tem o objetivo de mostrar que toda criança pode ser e brincar com o que quiser, sem se preocupar com estereótipos. É na infância que a gente percebe que não existe regra e que todo mundo pode tudo: tem menino que gosta de brincar de casinha, tem menina que gosta de construir foguete. Por que, então, temos que nos adaptar a certos padrões de comportamento? Por que ainda dizem por aí que certas coisas não são apropriadas para mulheres? Pri traz essa e outras reflexões em suas duas obras.

Eva Furnari
Eva Furnari é uma ilustradora e escritora ítalo-brasileira, que já recebeu o Prêmio Jabuti em pelo menos 6 anos como autora infanto-juvenil e como ilustradora; em geral, as crianças gostam muito da autora! Sua obra é composta essencialmente de pequenos livros. A autora contou que seu trabalho com ilustrações nasceu primeiro que a ideia de produção literária; sendo, inclusive, escolhida para ilustrar a reedição de seis livros da obra infantil de Érico Veríssimo. Seus livros mais famosos são os quadrinhos Não Confunda e Felpo Filva.

Djamila Ribeiro
Inicialmente, Djamila começou a amplificar sua voz pela internet, onde conquistou milhões de seguidores através de seus textos e posts. Sua obra mais famosa é o “Pequeno Manual Antirracista” que, em 2020, recebeu o Prêmio Jabuti na categoria Ciências Humanas. Além deste e vários outros prêmios, Djamila já foi considerada pela ONU como uma das 100 pessoas mais influentes abaixo dos 40 anos. Sua obra é pautada na vivência da mulher negra, no local de fala e como construir uma sociedade antirracista. As obras da autora foram lidas pelas crianças no ano passado e debatidas pelo Coletivo Antirracista da Santi.

Emilia Ferreiro
Emilia Ferreiro é uma pesquisadora, escritora e psicóloga que buscou, sob as lentes da psicolinguística, compreender os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e a escrever. Foi aluna de Piaget, e seu contato com ele e suas ideias foi determinante para os estudos e para a percepção de Emilia acerca da educação e do desenvolvimento cognitivo infantil. A divulgação de seus livros no país causou um grande impacto sobre a concepção do processo de alfabetização, impactando inclusive em normas do governo para a área, tornando-se uma referência no país. Ela pesquisou e defendeu a ideia de um ensino construtivista, como o que oferecemos aqui na Santi! Para conferir mais sobre a história de Emíilia, confira o blog que escrevemos exclusivamente sobre ela.

Conta para a gente: qual das autoras você mais quer conhecer e acompanhar? Deixe também outras dicas de autoras e artistas que você gosta!

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